sábado, 10 de setembro de 2011

MINISTÉRIO PÚBLICO ABRE INVESTIGAÇÃO CONTRA O PREFEITO CASSADO HÉLIO DE OLIVEIRA SANTOS

Agora a cobra vai fumar. O ex-prefeto será investigado pelo MP.

Ai sim, fomos surpreendidos novamente. Esta frase não diz nada sobre esta situação.

Surpresa era o MP não abrir investigação sobre a participação do prefeito nestas maracutaias todas. Chegarão a conclusão que a Roseli foi mera "tesoureira" do verdadeiro chefe da quadrilha.


Que o Demétrio coloque as barbas de molho daqui para frente, seu ex-chefe não perdoa traição e nem aceita ser vendido por 30 moedas, ele acha que vale bem mais, conheço a estirpe do cara.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

FALTA DE EMPENHO


Quando contratamos alguém para desempenhar algum tipo de trabalho o minimo que esperamos é que cumpra com as suas obrigações.

Pelo andar da carruagem bem poucos políticos estão cumprindo com esta obrigação. Senão vejamos: projetos engavetados, votações de acordo com suas necessidades, relatórios sem nexo e conteúdo duvidoso, julgamentos que mais parecem aulas de teatros e muito mal interpretados e outros absurdos. O que é relevante não se discute e não se assina.

Enfim, não estão cumprindo as responsabilidades que lhes cabem, foram eleitos, digo, contratados pelo povo e não entenderam que representam a sua vontade.

Vamos fazer desta próxima eleição uma verdadeira limpeza nesta podridão que se instalou na política nacional, quem sabe se analisássemos o curriculun antes e, assim, contratamos alguém que lhes possa nos representar dignamente.

Melhor ainda, não vamos eleger nenhum daqueles que estão hoje lá. Podemos corre o risco de colocarmos alguém pior, mas, teremos a certeza de que não vamos eleger os mesmos bandidos. Afinal, a esperança é que algo mude. Então façamos a nossa parte.


quarta-feira, 10 de agosto de 2011

O ESTADO É A MAIOR FONTE DE RECURSOS DOS PARTIDOS POLÍTICOS




O orçamento possui uma dotação no valor de R$ 160,4 milhões destinada ao Fundo Partidário para as legendas.
E o eleitor precisa saber de onde vem o dinheiro que mantém os partidos funcionando e o Estado é o seu principal fomentador, podemos dizer que nós, contribuintes que pagamos altíssimos impostos, somos os principais financiadores destas campanhas.

Acontece que este dinheiro não é dividido em partes iguais para cada candidato, normalmente a maior parte deste dinheiro é encaminhado aos políticos com mais chances de ganhar, quais são eles:- os que já estão eleitos.
Por isso, tomem cuidado na hora do voto. O politico com maior poder de mídia - propaganda - pode não ser a melhor opção. O correto seria dar preferência ao candidato da nossa cidade. Se elegemos alguém que não seja próximo, podemos não ter a chance de cobrá-lo futuramente e o com o candidato de fora eleito as chances de investimentos para a nossa cidade se tornam quase nulas.
No link abaixo poderemos fiscalizar um pouco mais a atuação financeira de cada partido e exigir que os mesmos sejam devidamente divididos aos candidatos de menor projeção política, faça a sua parte:-
O Estado ainda é a principal fonte de recursos para os partidos políticos no Brasil, embora o financiamento privado possa facilitar e criar mecanismos para que um candidato chegue ao poder, ainda cabe ao Estado o papel de organizar e financiar a existência dos 27 partidos políticos registrados atualmente no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Os empresários são mais poderosos para financiar quem já é forte. É como se tivéssemos quase um cartel no Brasil. Os grandes partidos quase formam um cartel no sentido de eles serem receptores do grande capital no País. Mas se pensarmos num sistema mais plural, ainda é o Estado que está fazendo isso.
O Estado repassa dinheiro para os partidos por meio do Fundo Partidário. É uma arrecadação de valores, distribuídos proporcionalmente aos partidos políticos pelo Estado. Um percentual é para a aplicação na publicidade ideológica, outro percentual para cursos que envolvam a cidadania e a implementação política de sua ideologia e também é destinado um percentual para as campanhas dos candidatos do partido.

De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a dotação orçamentária deste ano para o fundo é de R$ 160,4 milhões. Esse dinheiro vai ser repassado aos partidos de acordo com a representatividade na Câmara dos Deputados.
Esse dinheiro público hoje ainda é mais importante do que o privado para sustentar os partidos, principalmente os pequenos que provavelmente nenhum empresário vai financiar.
Mas, como diminuir a desigualdade entre os partidos, uma vez que os quatro maiores concentram o dinheiro do financiamento. O sistema de distribuição do Fundo Partidário é correto e impede que as “legendas de aluguel” tenham os mesmos benefícios de partidos construídos socialmente e que têm um grande número de militantes.
É preciso, no entanto, estimular as colaborações de pessoas físicas nas campanhas, o que reduziria o poder das empresas. Alguns cientista políticos acreditam que uma das saídas para diminuir essa diferença é estabelecer regras mais rígidas na legislação eleitoral, assim como limitar o número de candidatos por partidos e as doações para as campanhas políticas.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

POLICIAMENTO EM EVENTOS DA INICIATIVA PRIVADA


Não concordo e não aprovo o policiamento interno de qualquer evento realizado pela iniciativa privada, por ser de fins altamente lucrativos.

A Policia Militar é de utilidade pública, portanto, deveria permanecer em locais aonde o direito de ir e vir do cidadão não seja condicionado ao pagamento de ingressos, cuidando dos bens e da segurança comuns. Estes eventos movimentam verdadeiras fortunas, seus idealizadores e freqüentadores deveriam de arcar com todos os custos para a sua realização.

É uma afronta ao cidadão ter de arcar com os custos de eventos que sequer se utilizam. O povo, que paga seus impostos, que não são poucos, se faz merecedor deste policiamento a seu favor e não em eventos milionários.

domingo, 7 de agosto de 2011

REFORMA ELEITORAL

Todos discutem que o Brasil precisa de uma reforma tributária, discordo totalmente desta afirmação. Necessitamos com urgência de uma reforma eleitoral, todas as decisões passam pelo crivo destes que fazem a política brasileira.

E como podem decidir algo se não conseguem manter, nem ao menos, a fidelidade ao partido que o elegeu. O fisiologismo, o clientelismo, as falcatruas e a corrupção são a tônica na política brasileira. Tomam decisões de apoio a um ou outro político, em detrimento ao seu, com argumentos de que as necessidades do povo são mais importantes.

Mentira! Eles estão preocupados, sim, em manter o poder, não se importando, que para isso, vendam até a alma. E os partidos, através de seus “donos”, não se atrevem a barrar estes politiqueiros de plantão.

É fundamental a manutenção da hierarquia e das decisões coletivas em prol da maioria ou, então, rasguem de vez os estatutos partidários. Triste e lamentável este cenário.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

GOVERNO INEFICIENTE

Na sociedade todos nós temos obrigações. O povo escolhe o seu representante no executivo para administrar, elege um vereador para fazer leis e fiscalizar a sua execução, a imprensa existe para noticiar e, porque não, denunciar possíveis mazelas, o poder judiciário para mediar e apurar delitos cometidos por todos.

Mas, venho presenciando fatos que não condizem com esta afirmação. O Dr. Hélio vivia dizendo que jamais seria pautado pela imprensa, que quem determinava o ritmo do governo era ele, hoje, temos a certeza que ele seguia as ordens dadas pela primeira-dama, que era quem realmente administrava a cidade de Campinas, depois passou a ser pautado pelas várias denúncias que a impressa relatava e agora as ordens estão sendo dadas pelo diversos promotores que estão em seu encalço.

Os vereadores não fazem a fiscalização que deveriam ter feito, preferem dar nomes às ruas, garantir homenagens a bajuladores, esquecendo da qualidade de ensino, da saúde combalida, da segurança ineficaz e acabam sendo pautados pela imprensa e Ministério Público.

Acabo chegando à conclusão que não precisamos de ninguém na prefeitura ou na câmara municipal. Os eleitos somente trabalham quando acontecem denúncias nas primeiras páginas do nosso Correio Popular. E, pasmem, as denúncias são feitas pelo próprio povo que os elegeram, portanto, estamos trabalhando mais do que devíamos e pagando um preço muito alto para esta performance negativa do Executivo e do Legislativo.

Devemos ficar atentos aos acontecimentos e exigir uma pronta resposta a todos os desmandos cometidos até o momento pelo poder constituído.

sexta-feira, 29 de julho de 2011

ROUBA, MAS FAZ...



Me causa náuseas ver os políticos defenderem uma causa criminal como se políticas fossem. É a inversão de valores, o sujeito é pego com a "mão na massa" e vem logo um dizendo que é por estar sofrendo perseguição de algum partido político.
Este sujeito chamado de Zé Dirceu deveria enfiar a "viola no saco" e ir curtir o seu afastamento da política até 2015 pelos mesmos motivos que a atual administração campineira esta sendo acusada.
O Lula declarou, em visita à cidade de Sumaré, que os "achincalhados" não devem baixar a cabeça, mas, ele não precisa ficar preocupado com esta atitude, estes "pseudos políticos" jamais abaixam a cabeça, pois, não têm a vergonha necessária para isto, verdadeiros caras-de-paus.
Enfim, o Maluf fez escola e uma parcela pequena da população acha que atualmente o político campineiro rouba, mas faz. Mal sabem que estão transformando o Maluf, Zé Sarney e Collor em reles trombadinhas.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

CAMELÓDROMO DE CAMPINAS



Venho dizendo á algum tempo que este camelódromo é um engodo social. Não existe controle de quem é o VERDADEIRO PROPRIETÁRIO, serve, em grande parte, basicamente para distribuir produtos de CONTRABANDO ou de DESCAMINHO, suporte ao TRÁFICO de DROGAS, comércio de produtos NOCIVOS à SAÚDE (bebidas alcoólicas e cigarros).
A maioria das pessoas que trabalham, sejam proprietários e seus funcionários, não são residentes na cidade de Campinas, tornando-se irregular na sua principal função que é a de dar subsistência aos que não conseguem trabalho formal.

Posso citar outras irregularidades tais como: a maioria dos funcionários não possuem registro em carteira de trabalho, sendo assim, não se recolhe FGTS, INSS e outros impostos que são recolhidos pelos comerciantes devidamente legalizados, gerando concorrência desleal.
Alguns possuem registro de microempresário individual podendo fatura no máximo R$ 3.000,00 por mês, quando, na verdade, alguns faturam este valor em apenas um dia. A Prefeitura, através do Secretário de Emprego Tiãozinho do PT, incentiva toda esta ação irregular convocando os camelôs a aderirem a tal projeto, prejudicando sensivelmente os outros comerciantes devidamente legalizados.
Mais uma ótima ação deste grupo de promotores do Gaeco, estão realizando o trabalho que caberia ao poder executivo e que deveria ser fiscalizado pelo poder legislativo. Continuo afirmando que a cidade não esta sendo gerenciada como deveria, o princípio da igualdade mais uma vêz foi colocada na lata de lixo.
Devemos isto ao PSDB, PMDB, PP, PT e PDT, todos eles foram omissos nas suas funções.
Que se cumpra a finalidade cestabelecida quando da sua implantação: GERAR TRABALHO E RENDA AOS QUE NÃO CONSEGUEM UMA COLOCAÇÃO NO MERCADO FORMAL.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

MAIS DO MESMO



Pois é, comprovadamente, Campinas é uma nau à deriva. Totalmente parada, sem administração. Não sei o que estes vereadores pensam, mas, se não afastarem esta administração corrupta e, atualmente, também incompetente, teremos de repensar as próximas eleições municipais. Passou da hora de uma tomada de posição mais drástica.
E os defensores daquele verdadeiro assassinato tem algo a dizer? Vitimas da febre maculosa não deixaram de existir, a poucos dias mais uma vez foi a causadora de mais um caso, portanto, a posição tomada não era a ideal. Disse e repito a matança não resolveria o problema.
O prazo de um ano que o prefeito determinou para a população voltar a frequentar o Lago do Café não será cumprido. Lamentável, foi tudo em vão.
Na minha opinião o Hélio só sabia governar com a corrupção campeando em todos os níveis administrativos.

terça-feira, 26 de julho de 2011

O PROJETO QUE NÃO DEU CERTO



Venho dizendo á algum tempo que este camelódromo é um engodo social. Não existe controle de quem é o VERDADEIRO PROPRIETÁRIO, serve, em grande parte, basicamente para distribuir produtos de CONTRABANDO ou de DESCAMINHO, suporte ao TRÁFICO de DROGAS, comércio de produtos NOCIVOS à SAÚDE (bebidas alcoólicas e cigarros).

A maioria das pessoas que trabalham, sejam proprietários e seus funcionários, não são residentes na cidade de Campinas, tornando-se irregular na sua principal função que é a de dar subsistência aos que não conseguem trabalho formal.

Posso citar outras irregularidades tais como: a maioria dos funcionários não possuem registro em carteira de trabalho, sendo assim, não se recolhe FGTS, INSS e outros impostos que são recolhidos pelos comerciantes devidamente legalizados, gerando concorrência desleal.

Alguns possuem registro de microempresário individual podendo fatura no máximo R$ 3.000,00 por mês, quando, na verdade, alguns faturam este valor em apenas um dia. A Prefeitura, através do Secretário de Emprego Tiãozinho do PT, incentiva toda esta ação irregular convocando os camelôs a aderirem a tal projeto, prejudicando sensivelmente os outros comerciantes devidamente legalizados.

Mais uma ótima ação deste grupo de promotores do Gaeco, estão realizando o trabalho que caberia ao poder executivo e que deveria ser fiscalizado pelo poder legislativo. Continuo afirmando que a cidade não esta sendo gerenciada como deveria, o princípio da igualdade mais uma vêz foi colocada na lata de lixo.

Devemos isto ao PSDB, PMDB, PP, PT e PDT, todos eles foram omissos nas suas funções.

Que se cumpra a finalidade cestabelecida quando da sua implantação: GERAR TRABALHO E RENDA AOS QUE NÃO CONSEGUEM UMA COLOCAÇÃO NO MERCADO FORMAL.

sábado, 23 de julho de 2011

MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO x INFORMAIS




Estou estranhando o silêncio do Ministério Público do Trabalho na fiscalização do comércio informal.

Caberia uma investigação para determinar quantos empregados trabalham nestes locais sem o devido registro em carteira, extrapolando o verdadeiro significado da informalidade. Além do contrabando poderão verificar a sonegação de recolhimento de encargos sociais (INSS e FTS), sem contar, que estes mesmos empregados também não terão acesso aos benefícios previdenciários permitidos por lei.

Tenho certeza que teremos pelo menos alguns milhares nesta condição. Ou será que o MPT não gosta de agir em locais que possam sofrer fortes pressões, preferindo ficarem comodamente instalados em uma das regiões mais caras da cidade e de díficil acesso a classe trabalhadora?

Lamentável atitude de um órgão que deveria estar presente ao lado de trabalhadores que tem seus direitos vilipendiados por empresários e políticos do mesmo naipe daqueles que desviaram fortunas de nossa cidade.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

A REALIDADE DO PREFEITO HÉLIO COM RELAÇÃO AOS INFORMAIS


Vista Geral do Terminal Central
Discordo em vários pontos abordados pelo prefeito em sua missiva relativa ao trabalhadores informais. 

Realmente, mais da metade dos trabalhadores atuam na informalidade, porém, não o fazem somente quando montam suas banquinhas de mercadorias, existem empresas que não registram em carteira seus colaboradores, esta parcela representa 50% do total dos informais.

A Lei do Microempreendedor Individual não tem a capacidade que deveria ter e o teto de faturamento é limitado à R$ 36.000,00 anuais e o limite de 2 empregados. Contata-se, portanto, que poucos informais alcançariam os benefícios desta lei. A maioria vendem produtos de descaminho ou contrabando, praticando crime contra a economia popular, portanto crime do colarinho branco, em se tratando de permissão de uso de solo público é muito pior, cabendo a cassação da licença expedida pelo órgão competente.

Podendo configurar outros crimes como a falta de registro de funcionários, do recolhimento de encargos sociais (INSS e FGTS) e da contribuição sindical dos empregados; não observação do dissídio coletivo da categoria; falta de recolhimentos de impostos estaduais, municipais e federais e falsidade ideológica quando declaram em documento público informações que não são verdadeiras.

Cabe salientar que não se trata de preconceito à atividade em questão, mas, a forma de desvirtuar a sua utilização.

Talvez o nosso maior mandatário municipal julgue o certo e o errado da mesma forma com que não enxerga as falcatruas atribuídas a sua esposa e seus principais colaboradores.