sexta-feira, 29 de julho de 2011

ROUBA, MAS FAZ...



Me causa náuseas ver os políticos defenderem uma causa criminal como se políticas fossem. É a inversão de valores, o sujeito é pego com a "mão na massa" e vem logo um dizendo que é por estar sofrendo perseguição de algum partido político.
Este sujeito chamado de Zé Dirceu deveria enfiar a "viola no saco" e ir curtir o seu afastamento da política até 2015 pelos mesmos motivos que a atual administração campineira esta sendo acusada.
O Lula declarou, em visita à cidade de Sumaré, que os "achincalhados" não devem baixar a cabeça, mas, ele não precisa ficar preocupado com esta atitude, estes "pseudos políticos" jamais abaixam a cabeça, pois, não têm a vergonha necessária para isto, verdadeiros caras-de-paus.
Enfim, o Maluf fez escola e uma parcela pequena da população acha que atualmente o político campineiro rouba, mas faz. Mal sabem que estão transformando o Maluf, Zé Sarney e Collor em reles trombadinhas.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

CAMELÓDROMO DE CAMPINAS



Venho dizendo á algum tempo que este camelódromo é um engodo social. Não existe controle de quem é o VERDADEIRO PROPRIETÁRIO, serve, em grande parte, basicamente para distribuir produtos de CONTRABANDO ou de DESCAMINHO, suporte ao TRÁFICO de DROGAS, comércio de produtos NOCIVOS à SAÚDE (bebidas alcoólicas e cigarros).
A maioria das pessoas que trabalham, sejam proprietários e seus funcionários, não são residentes na cidade de Campinas, tornando-se irregular na sua principal função que é a de dar subsistência aos que não conseguem trabalho formal.

Posso citar outras irregularidades tais como: a maioria dos funcionários não possuem registro em carteira de trabalho, sendo assim, não se recolhe FGTS, INSS e outros impostos que são recolhidos pelos comerciantes devidamente legalizados, gerando concorrência desleal.
Alguns possuem registro de microempresário individual podendo fatura no máximo R$ 3.000,00 por mês, quando, na verdade, alguns faturam este valor em apenas um dia. A Prefeitura, através do Secretário de Emprego Tiãozinho do PT, incentiva toda esta ação irregular convocando os camelôs a aderirem a tal projeto, prejudicando sensivelmente os outros comerciantes devidamente legalizados.
Mais uma ótima ação deste grupo de promotores do Gaeco, estão realizando o trabalho que caberia ao poder executivo e que deveria ser fiscalizado pelo poder legislativo. Continuo afirmando que a cidade não esta sendo gerenciada como deveria, o princípio da igualdade mais uma vêz foi colocada na lata de lixo.
Devemos isto ao PSDB, PMDB, PP, PT e PDT, todos eles foram omissos nas suas funções.
Que se cumpra a finalidade cestabelecida quando da sua implantação: GERAR TRABALHO E RENDA AOS QUE NÃO CONSEGUEM UMA COLOCAÇÃO NO MERCADO FORMAL.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

MAIS DO MESMO



Pois é, comprovadamente, Campinas é uma nau à deriva. Totalmente parada, sem administração. Não sei o que estes vereadores pensam, mas, se não afastarem esta administração corrupta e, atualmente, também incompetente, teremos de repensar as próximas eleições municipais. Passou da hora de uma tomada de posição mais drástica.
E os defensores daquele verdadeiro assassinato tem algo a dizer? Vitimas da febre maculosa não deixaram de existir, a poucos dias mais uma vez foi a causadora de mais um caso, portanto, a posição tomada não era a ideal. Disse e repito a matança não resolveria o problema.
O prazo de um ano que o prefeito determinou para a população voltar a frequentar o Lago do Café não será cumprido. Lamentável, foi tudo em vão.
Na minha opinião o Hélio só sabia governar com a corrupção campeando em todos os níveis administrativos.

terça-feira, 26 de julho de 2011

O PROJETO QUE NÃO DEU CERTO



Venho dizendo á algum tempo que este camelódromo é um engodo social. Não existe controle de quem é o VERDADEIRO PROPRIETÁRIO, serve, em grande parte, basicamente para distribuir produtos de CONTRABANDO ou de DESCAMINHO, suporte ao TRÁFICO de DROGAS, comércio de produtos NOCIVOS à SAÚDE (bebidas alcoólicas e cigarros).

A maioria das pessoas que trabalham, sejam proprietários e seus funcionários, não são residentes na cidade de Campinas, tornando-se irregular na sua principal função que é a de dar subsistência aos que não conseguem trabalho formal.

Posso citar outras irregularidades tais como: a maioria dos funcionários não possuem registro em carteira de trabalho, sendo assim, não se recolhe FGTS, INSS e outros impostos que são recolhidos pelos comerciantes devidamente legalizados, gerando concorrência desleal.

Alguns possuem registro de microempresário individual podendo fatura no máximo R$ 3.000,00 por mês, quando, na verdade, alguns faturam este valor em apenas um dia. A Prefeitura, através do Secretário de Emprego Tiãozinho do PT, incentiva toda esta ação irregular convocando os camelôs a aderirem a tal projeto, prejudicando sensivelmente os outros comerciantes devidamente legalizados.

Mais uma ótima ação deste grupo de promotores do Gaeco, estão realizando o trabalho que caberia ao poder executivo e que deveria ser fiscalizado pelo poder legislativo. Continuo afirmando que a cidade não esta sendo gerenciada como deveria, o princípio da igualdade mais uma vêz foi colocada na lata de lixo.

Devemos isto ao PSDB, PMDB, PP, PT e PDT, todos eles foram omissos nas suas funções.

Que se cumpra a finalidade cestabelecida quando da sua implantação: GERAR TRABALHO E RENDA AOS QUE NÃO CONSEGUEM UMA COLOCAÇÃO NO MERCADO FORMAL.

sábado, 23 de julho de 2011

MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO x INFORMAIS




Estou estranhando o silêncio do Ministério Público do Trabalho na fiscalização do comércio informal.

Caberia uma investigação para determinar quantos empregados trabalham nestes locais sem o devido registro em carteira, extrapolando o verdadeiro significado da informalidade. Além do contrabando poderão verificar a sonegação de recolhimento de encargos sociais (INSS e FTS), sem contar, que estes mesmos empregados também não terão acesso aos benefícios previdenciários permitidos por lei.

Tenho certeza que teremos pelo menos alguns milhares nesta condição. Ou será que o MPT não gosta de agir em locais que possam sofrer fortes pressões, preferindo ficarem comodamente instalados em uma das regiões mais caras da cidade e de díficil acesso a classe trabalhadora?

Lamentável atitude de um órgão que deveria estar presente ao lado de trabalhadores que tem seus direitos vilipendiados por empresários e políticos do mesmo naipe daqueles que desviaram fortunas de nossa cidade.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

A REALIDADE DO PREFEITO HÉLIO COM RELAÇÃO AOS INFORMAIS


Vista Geral do Terminal Central
Discordo em vários pontos abordados pelo prefeito em sua missiva relativa ao trabalhadores informais. 

Realmente, mais da metade dos trabalhadores atuam na informalidade, porém, não o fazem somente quando montam suas banquinhas de mercadorias, existem empresas que não registram em carteira seus colaboradores, esta parcela representa 50% do total dos informais.

A Lei do Microempreendedor Individual não tem a capacidade que deveria ter e o teto de faturamento é limitado à R$ 36.000,00 anuais e o limite de 2 empregados. Contata-se, portanto, que poucos informais alcançariam os benefícios desta lei. A maioria vendem produtos de descaminho ou contrabando, praticando crime contra a economia popular, portanto crime do colarinho branco, em se tratando de permissão de uso de solo público é muito pior, cabendo a cassação da licença expedida pelo órgão competente.

Podendo configurar outros crimes como a falta de registro de funcionários, do recolhimento de encargos sociais (INSS e FGTS) e da contribuição sindical dos empregados; não observação do dissídio coletivo da categoria; falta de recolhimentos de impostos estaduais, municipais e federais e falsidade ideológica quando declaram em documento público informações que não são verdadeiras.

Cabe salientar que não se trata de preconceito à atividade em questão, mas, a forma de desvirtuar a sua utilização.

Talvez o nosso maior mandatário municipal julgue o certo e o errado da mesma forma com que não enxerga as falcatruas atribuídas a sua esposa e seus principais colaboradores.