terça-feira, 26 de julho de 2011

O PROJETO QUE NÃO DEU CERTO



Venho dizendo á algum tempo que este camelódromo é um engodo social. Não existe controle de quem é o VERDADEIRO PROPRIETÁRIO, serve, em grande parte, basicamente para distribuir produtos de CONTRABANDO ou de DESCAMINHO, suporte ao TRÁFICO de DROGAS, comércio de produtos NOCIVOS à SAÚDE (bebidas alcoólicas e cigarros).

A maioria das pessoas que trabalham, sejam proprietários e seus funcionários, não são residentes na cidade de Campinas, tornando-se irregular na sua principal função que é a de dar subsistência aos que não conseguem trabalho formal.

Posso citar outras irregularidades tais como: a maioria dos funcionários não possuem registro em carteira de trabalho, sendo assim, não se recolhe FGTS, INSS e outros impostos que são recolhidos pelos comerciantes devidamente legalizados, gerando concorrência desleal.

Alguns possuem registro de microempresário individual podendo fatura no máximo R$ 3.000,00 por mês, quando, na verdade, alguns faturam este valor em apenas um dia. A Prefeitura, através do Secretário de Emprego Tiãozinho do PT, incentiva toda esta ação irregular convocando os camelôs a aderirem a tal projeto, prejudicando sensivelmente os outros comerciantes devidamente legalizados.

Mais uma ótima ação deste grupo de promotores do Gaeco, estão realizando o trabalho que caberia ao poder executivo e que deveria ser fiscalizado pelo poder legislativo. Continuo afirmando que a cidade não esta sendo gerenciada como deveria, o princípio da igualdade mais uma vêz foi colocada na lata de lixo.

Devemos isto ao PSDB, PMDB, PP, PT e PDT, todos eles foram omissos nas suas funções.

Que se cumpra a finalidade cestabelecida quando da sua implantação: GERAR TRABALHO E RENDA AOS QUE NÃO CONSEGUEM UMA COLOCAÇÃO NO MERCADO FORMAL.