quarta-feira, 10 de agosto de 2011

O ESTADO É A MAIOR FONTE DE RECURSOS DOS PARTIDOS POLÍTICOS




O orçamento possui uma dotação no valor de R$ 160,4 milhões destinada ao Fundo Partidário para as legendas.
E o eleitor precisa saber de onde vem o dinheiro que mantém os partidos funcionando e o Estado é o seu principal fomentador, podemos dizer que nós, contribuintes que pagamos altíssimos impostos, somos os principais financiadores destas campanhas.

Acontece que este dinheiro não é dividido em partes iguais para cada candidato, normalmente a maior parte deste dinheiro é encaminhado aos políticos com mais chances de ganhar, quais são eles:- os que já estão eleitos.
Por isso, tomem cuidado na hora do voto. O politico com maior poder de mídia - propaganda - pode não ser a melhor opção. O correto seria dar preferência ao candidato da nossa cidade. Se elegemos alguém que não seja próximo, podemos não ter a chance de cobrá-lo futuramente e o com o candidato de fora eleito as chances de investimentos para a nossa cidade se tornam quase nulas.
No link abaixo poderemos fiscalizar um pouco mais a atuação financeira de cada partido e exigir que os mesmos sejam devidamente divididos aos candidatos de menor projeção política, faça a sua parte:-
O Estado ainda é a principal fonte de recursos para os partidos políticos no Brasil, embora o financiamento privado possa facilitar e criar mecanismos para que um candidato chegue ao poder, ainda cabe ao Estado o papel de organizar e financiar a existência dos 27 partidos políticos registrados atualmente no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Os empresários são mais poderosos para financiar quem já é forte. É como se tivéssemos quase um cartel no Brasil. Os grandes partidos quase formam um cartel no sentido de eles serem receptores do grande capital no País. Mas se pensarmos num sistema mais plural, ainda é o Estado que está fazendo isso.
O Estado repassa dinheiro para os partidos por meio do Fundo Partidário. É uma arrecadação de valores, distribuídos proporcionalmente aos partidos políticos pelo Estado. Um percentual é para a aplicação na publicidade ideológica, outro percentual para cursos que envolvam a cidadania e a implementação política de sua ideologia e também é destinado um percentual para as campanhas dos candidatos do partido.

De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a dotação orçamentária deste ano para o fundo é de R$ 160,4 milhões. Esse dinheiro vai ser repassado aos partidos de acordo com a representatividade na Câmara dos Deputados.
Esse dinheiro público hoje ainda é mais importante do que o privado para sustentar os partidos, principalmente os pequenos que provavelmente nenhum empresário vai financiar.
Mas, como diminuir a desigualdade entre os partidos, uma vez que os quatro maiores concentram o dinheiro do financiamento. O sistema de distribuição do Fundo Partidário é correto e impede que as “legendas de aluguel” tenham os mesmos benefícios de partidos construídos socialmente e que têm um grande número de militantes.
É preciso, no entanto, estimular as colaborações de pessoas físicas nas campanhas, o que reduziria o poder das empresas. Alguns cientista políticos acreditam que uma das saídas para diminuir essa diferença é estabelecer regras mais rígidas na legislação eleitoral, assim como limitar o número de candidatos por partidos e as doações para as campanhas políticas.