sábado, 28 de abril de 2012

CASO DEMÓSTENES MOSTRA QUE O CAOS E A CORRUPÇÃO IMPERA SOBRE A POLÍTICA BRASILEIRA



A situação criada pelo senador Demóstenes mostra exatamente como os rumos da política traem os votos dados por seus eleitores. O PT, eleito pela propagação do seu alto grau de ética, era o que nos parecia, entrou para o hall dos partidos políticos que só pensam em se perpetuarem no poder, valendo qualquer golpe mais baixo.

Como pode um homem público tratar seus eleitores com se fossem idiotas e, ainda, querendo nos fazer crer que é inocente, apesar das vastas provas apresentadas pela Polícia Federal. Querem alguns parlamentares, nos fazerem engolir esta tal de CPMI criada para levantar as ramificações dos braços desta corja de bandidos, que via de regra, não vai dar em nada, como sempre aconteceu. Oras, está na hora destes políticos incompetentes deixarem de iludir o povo incauto com reuniões e oitivas que nunca chegam a nada.

Algo muito parecido aconteceu em Campinas, quando criaram uma CPI da Sanasa, que foi presidida por um elemento da base de governo, auxiliados por diversos outros da mesma base,  que não queriam que nada fosse apurado, assim como não o foi. Precisamos do Ministério Público e de um “premiado arrependido” para chegar aos componentes de uma verdadeira quadrilha, montada sob as barbas do prefeito Dr. Hélio.

Rasguem a Constituição e façam outra, pois, o fundamento de que todos são iguais perante a lei deixou de existir a partir do momento que ninguém, apesar de passar mais de um ano, devolveu qualquer centavo roubado ou que tenha sido, pelo menos, responsabilizado pelos seus atos.

Um dia o ex-presidente Lula disse que havia no Congresso Nacional, 300 picaretas que defendiam seus próprios interesses, concordo com esta afirmação e podemos acrescentar que se levarmos em conta as várias esferas governamentais teremos muito mais que isso, se não for a totalidade, tenham certeza, não escapa mais do que 10% de todos os políticos deste país, podemos inflar os números se acrescentarmos o poder judiciário, que já deu mostras suficiente que também não anda por vias retas.