quinta-feira, 19 de abril de 2012

QUEM SERÁ O MOCINHO E O BANDIDO NA PRÓXIMA ELEIÇÃO?

Esta pergunta, se persistir os movimentos pesados da justiça brasileira, só será respondida daqui a quatro anos. A velocidade, de bicho-preguiça, em julgar certos casos no poder judiciário brasileiro, demonstra a possibilidade de se absolver ou condenar pessoas ao sabor das necessidades, exatamente como neste caso, pois, estamos em vias de eleger o novo prefeito para uma outra gestão, assim, o antigo prefeito teria governado uma cidade do tamanho e a importância de Campinas, sem a devida aprovação de suas contas de campanha, teríamos tido um prefeito fora da lei, aliás, fato que não aconteceu pelas atitudes desvairadas de sua mulher e sua quadrilha, que tomaram de assalto os cofres públicos.

Será que se o Hélio não tivesse esta quadrilha desbaratada pelo Ministério Público, teria tido suas contas desaprovadas? Sei não, mas, não custa nada tentar imaginar, tenho a impressão de que nada aconteceria.

Não pode, para o bem da administração pública, uma conta de campanha permanecer tanto tempo sem uma decisão oficial, sob pena de termos eleito algo podre e sem legitimidade moral.

Esta situação tem de ser alterada, se existem coisas erradas numa prestação de contas, mesmo sub judice, não deveria o infrator assumir o cargo para que foi eleito, mesmo que tenha tido uma votação altíssima, a lei não pode deixar dúvidas sobre um fato, deve ser utilizada para ser o fiel da balança e distribuir justiça, mas, não tardiamente em detrimento à própria lei. Se as contas não foram aprovadas, simplesmente, não devem ser diplomados, primeira obrigação legal do Código Eleitoral para tomar posse e assumir o cargo.

Enfim o judiciário brasileiro, nesta lambança toda, cria a seu próprio prazer ou não, bandidos e mocinhos, enquanto a população paga para, apenas, ver.