quarta-feira, 6 de novembro de 2013

É Natal... Na Venezuela, é Claro

Este arremedo de político, batizado como Nicolás Maduro, é um débil mental populista, bem ao estilo das esquerdas que se espalham pelo mundo afora, no Brasil também tem.
 
Vejam que em uma canetada instituiu o Natal na Venezuela em pleno mês de novembro. Dá para acreditar num cara destes.
Mas, em matéria de "canetada" o Brasil não fica devendo nada ao Maduro. O Lula e a Dilma acabaram com os pobres, hoje quem ganha acima R$ 1.000,00 já é considerado "classe média", pobreza nunca mais. A Dilma extrapolou a imaginação alterando a lingua portuguesa, só para ser chamada de "presidenta". Além das canetadas, esta senhora decidiu que a espionagem brasileira é menos nefasta do que as espionagens dos americanos. Perdoar dividas externas de países do terceiro mundo se tornou corriqueiro, o que não tem conserto é a seca do nordeste e as favelas espalhadas por todos os estados brasileiros.
Então tá... Assim vamos vivendo nossos contos de fadas.
Cheguei à conclusão que cada povo tem o governo que merece e não adianta reclamar, afinal, somos nós que votamos e os colocamos onde estão.

Leia abaixo, na íntegra, a visão do colunista Carlos Brickman do Correio Popular de hoje.

Então é Natal

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, está caprichando: depois de criar o Vice-Ministério da Suprema Felicidade (por que é “vice-ministério” e não “ministério”?), decidiu mudar por decreto a data tradicional do nascimento de Jesus. Na Venezuela, o Natal passou a ser comemorado no dia 1º de novembro. “Queremos a felicidade para todo o povo, a paz”, disse Maduro. “O Natal antecipado é a melhor vacina para aqueles que querem inventar tumulto e violência”. E – acredite - inaugurou em Caracas a Feira Natalina Socialista 2013. Que o caro leitor não se assuste: Maduro já conversou com um passarinho, a quem considerou portavoz do falecido presidente Hugo Chávez; e viu nas paredes de um túnel que está sendo escavado em Caracas a imagem de Hugo Chávez, que estaria ali para solidarizar- se com os operários. Maduro é assim mesmo.