sexta-feira, 12 de agosto de 2011

FALTA DE EMPENHO


Quando contratamos alguém para desempenhar algum tipo de trabalho o minimo que esperamos é que cumpra com as suas obrigações.

Pelo andar da carruagem bem poucos políticos estão cumprindo com esta obrigação. Senão vejamos: projetos engavetados, votações de acordo com suas necessidades, relatórios sem nexo e conteúdo duvidoso, julgamentos que mais parecem aulas de teatros e muito mal interpretados e outros absurdos. O que é relevante não se discute e não se assina.

Enfim, não estão cumprindo as responsabilidades que lhes cabem, foram eleitos, digo, contratados pelo povo e não entenderam que representam a sua vontade.

Vamos fazer desta próxima eleição uma verdadeira limpeza nesta podridão que se instalou na política nacional, quem sabe se analisássemos o curriculun antes e, assim, contratamos alguém que lhes possa nos representar dignamente.

Melhor ainda, não vamos eleger nenhum daqueles que estão hoje lá. Podemos corre o risco de colocarmos alguém pior, mas, teremos a certeza de que não vamos eleger os mesmos bandidos. Afinal, a esperança é que algo mude. Então façamos a nossa parte.


quarta-feira, 10 de agosto de 2011

O ESTADO É A MAIOR FONTE DE RECURSOS DOS PARTIDOS POLÍTICOS




O orçamento possui uma dotação no valor de R$ 160,4 milhões destinada ao Fundo Partidário para as legendas.
E o eleitor precisa saber de onde vem o dinheiro que mantém os partidos funcionando e o Estado é o seu principal fomentador, podemos dizer que nós, contribuintes que pagamos altíssimos impostos, somos os principais financiadores destas campanhas.

Acontece que este dinheiro não é dividido em partes iguais para cada candidato, normalmente a maior parte deste dinheiro é encaminhado aos políticos com mais chances de ganhar, quais são eles:- os que já estão eleitos.
Por isso, tomem cuidado na hora do voto. O politico com maior poder de mídia - propaganda - pode não ser a melhor opção. O correto seria dar preferência ao candidato da nossa cidade. Se elegemos alguém que não seja próximo, podemos não ter a chance de cobrá-lo futuramente e o com o candidato de fora eleito as chances de investimentos para a nossa cidade se tornam quase nulas.
No link abaixo poderemos fiscalizar um pouco mais a atuação financeira de cada partido e exigir que os mesmos sejam devidamente divididos aos candidatos de menor projeção política, faça a sua parte:-
O Estado ainda é a principal fonte de recursos para os partidos políticos no Brasil, embora o financiamento privado possa facilitar e criar mecanismos para que um candidato chegue ao poder, ainda cabe ao Estado o papel de organizar e financiar a existência dos 27 partidos políticos registrados atualmente no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Os empresários são mais poderosos para financiar quem já é forte. É como se tivéssemos quase um cartel no Brasil. Os grandes partidos quase formam um cartel no sentido de eles serem receptores do grande capital no País. Mas se pensarmos num sistema mais plural, ainda é o Estado que está fazendo isso.
O Estado repassa dinheiro para os partidos por meio do Fundo Partidário. É uma arrecadação de valores, distribuídos proporcionalmente aos partidos políticos pelo Estado. Um percentual é para a aplicação na publicidade ideológica, outro percentual para cursos que envolvam a cidadania e a implementação política de sua ideologia e também é destinado um percentual para as campanhas dos candidatos do partido.

De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a dotação orçamentária deste ano para o fundo é de R$ 160,4 milhões. Esse dinheiro vai ser repassado aos partidos de acordo com a representatividade na Câmara dos Deputados.
Esse dinheiro público hoje ainda é mais importante do que o privado para sustentar os partidos, principalmente os pequenos que provavelmente nenhum empresário vai financiar.
Mas, como diminuir a desigualdade entre os partidos, uma vez que os quatro maiores concentram o dinheiro do financiamento. O sistema de distribuição do Fundo Partidário é correto e impede que as “legendas de aluguel” tenham os mesmos benefícios de partidos construídos socialmente e que têm um grande número de militantes.
É preciso, no entanto, estimular as colaborações de pessoas físicas nas campanhas, o que reduziria o poder das empresas. Alguns cientista políticos acreditam que uma das saídas para diminuir essa diferença é estabelecer regras mais rígidas na legislação eleitoral, assim como limitar o número de candidatos por partidos e as doações para as campanhas políticas.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

POLICIAMENTO EM EVENTOS DA INICIATIVA PRIVADA


Não concordo e não aprovo o policiamento interno de qualquer evento realizado pela iniciativa privada, por ser de fins altamente lucrativos.

A Policia Militar é de utilidade pública, portanto, deveria permanecer em locais aonde o direito de ir e vir do cidadão não seja condicionado ao pagamento de ingressos, cuidando dos bens e da segurança comuns. Estes eventos movimentam verdadeiras fortunas, seus idealizadores e freqüentadores deveriam de arcar com todos os custos para a sua realização.

É uma afronta ao cidadão ter de arcar com os custos de eventos que sequer se utilizam. O povo, que paga seus impostos, que não são poucos, se faz merecedor deste policiamento a seu favor e não em eventos milionários.

domingo, 7 de agosto de 2011

REFORMA ELEITORAL

Todos discutem que o Brasil precisa de uma reforma tributária, discordo totalmente desta afirmação. Necessitamos com urgência de uma reforma eleitoral, todas as decisões passam pelo crivo destes que fazem a política brasileira.

E como podem decidir algo se não conseguem manter, nem ao menos, a fidelidade ao partido que o elegeu. O fisiologismo, o clientelismo, as falcatruas e a corrupção são a tônica na política brasileira. Tomam decisões de apoio a um ou outro político, em detrimento ao seu, com argumentos de que as necessidades do povo são mais importantes.

Mentira! Eles estão preocupados, sim, em manter o poder, não se importando, que para isso, vendam até a alma. E os partidos, através de seus “donos”, não se atrevem a barrar estes politiqueiros de plantão.

É fundamental a manutenção da hierarquia e das decisões coletivas em prol da maioria ou, então, rasguem de vez os estatutos partidários. Triste e lamentável este cenário.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

GOVERNO INEFICIENTE

Na sociedade todos nós temos obrigações. O povo escolhe o seu representante no executivo para administrar, elege um vereador para fazer leis e fiscalizar a sua execução, a imprensa existe para noticiar e, porque não, denunciar possíveis mazelas, o poder judiciário para mediar e apurar delitos cometidos por todos.

Mas, venho presenciando fatos que não condizem com esta afirmação. O Dr. Hélio vivia dizendo que jamais seria pautado pela imprensa, que quem determinava o ritmo do governo era ele, hoje, temos a certeza que ele seguia as ordens dadas pela primeira-dama, que era quem realmente administrava a cidade de Campinas, depois passou a ser pautado pelas várias denúncias que a impressa relatava e agora as ordens estão sendo dadas pelo diversos promotores que estão em seu encalço.

Os vereadores não fazem a fiscalização que deveriam ter feito, preferem dar nomes às ruas, garantir homenagens a bajuladores, esquecendo da qualidade de ensino, da saúde combalida, da segurança ineficaz e acabam sendo pautados pela imprensa e Ministério Público.

Acabo chegando à conclusão que não precisamos de ninguém na prefeitura ou na câmara municipal. Os eleitos somente trabalham quando acontecem denúncias nas primeiras páginas do nosso Correio Popular. E, pasmem, as denúncias são feitas pelo próprio povo que os elegeram, portanto, estamos trabalhando mais do que devíamos e pagando um preço muito alto para esta performance negativa do Executivo e do Legislativo.

Devemos ficar atentos aos acontecimentos e exigir uma pronta resposta a todos os desmandos cometidos até o momento pelo poder constituído.